
Scolari não confirma "caso Deco"
Luiz Felipe Scolari comentou ontem, ainda que indirectamente, a recente ausência de Deco nos trabalhos da Selecção Nacional para os compromissos com Bélgica e Sérvia, à margem da apresentação da estratégia de campanha do conceito Caixa Fã, patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos. A indisponibilidade de Deco – operado a uma mão – terá gerado algum mal-estar no seio do grupo, mas Scolari desvaloriza a questão, afirmando que tudo tem sido baseado em… falsidades. “Nem sempre a verdade é o que está escrito. É impensável não contar com os bons jogadores que se dediquem à Selecção, como o Petit, que fez um grande esforço para estar presente e até realizou uma partida maravilhosa. Quando entender que um certo atleta não deva ser chamado por uma ou outra situação, faço-o, porque essa é a minha função.”
Já sobre o cartão amarelo exibido a Cristiano Ronaldo, que o impede de alinhar na Bélgica, Scolari foi elucidativo. “Tenho bons jogadores para o lugar dele, mas quero lembrar que o Cristiano passa por uma situação delicada. É um jovem mediático e está a ser cada vez mais visado pela arbitragem. Frente à Sérvia, era visível a preocupação do árbitro em fazer com que o Cristiano ficasse quieto desde o primeiro minuto. Mesmo levando um pontapé na perna, não podia ripostar. É o único que não pode olhar para o juiz e, ao ser intimidado como foi, revoltou-se e levou o cartão. É uma situação quase programada”, vincou o seleccionador, que ainda não considera o jovem madeirense o melhor jogador do Mundo. “Ele ainda tem um longo caminho a percorrer...”, disse.
Quando confrontado com a utilização de certos jogadores de Benfica e FC Porto, em vésperas do clássico, Scolari vincou a sua posição: “Só tenho a ver com a Selecção. Não me preocupo com a questão de influenciar certo jogo.”
Scolari considerou o empate um mal… menor. “Eu sempre fui ambicioso, mas há que ter os pés assentes na terra. Sei como a minha equipa reage e como estão certos jogadores. O Miguel, por exemplo, desde o início do jogo que se sentia cansado", referiu.
Já sobre o cartão amarelo exibido a Cristiano Ronaldo, que o impede de alinhar na Bélgica, Scolari foi elucidativo. “Tenho bons jogadores para o lugar dele, mas quero lembrar que o Cristiano passa por uma situação delicada. É um jovem mediático e está a ser cada vez mais visado pela arbitragem. Frente à Sérvia, era visível a preocupação do árbitro em fazer com que o Cristiano ficasse quieto desde o primeiro minuto. Mesmo levando um pontapé na perna, não podia ripostar. É o único que não pode olhar para o juiz e, ao ser intimidado como foi, revoltou-se e levou o cartão. É uma situação quase programada”, vincou o seleccionador, que ainda não considera o jovem madeirense o melhor jogador do Mundo. “Ele ainda tem um longo caminho a percorrer...”, disse.
Quando confrontado com a utilização de certos jogadores de Benfica e FC Porto, em vésperas do clássico, Scolari vincou a sua posição: “Só tenho a ver com a Selecção. Não me preocupo com a questão de influenciar certo jogo.”
Scolari considerou o empate um mal… menor. “Eu sempre fui ambicioso, mas há que ter os pés assentes na terra. Sei como a minha equipa reage e como estão certos jogadores. O Miguel, por exemplo, desde o início do jogo que se sentia cansado", referiu.


